Baliano de Ibelim & a defesa de Jerusalém quando da tomada da cidade pelos turcos
by , 04-04-2009 at 03:49 PM (9005 Views)
Parte II
DA FAMOSA & GLORIOSA DEFESA DE IERUSALEM
E dos acontecimentos que se lhe seguiram
Quando que Baliano chegou a a cidade, de passagem, os habitantes dali imploraram a ele, se disse, para que ali remanecesse e tomasse para si as dores da defesa. O barão foi desligado de sua jura para com Salahadino pelo patriarca Eraclio, que convenceu o barão de que um christiano não tinha a obrigação de per’ manecer de fiel mente ligado a juras feitas a um infiel. & Baliano foi ele ora em tão recrutado para liderar a defesa da cidade, entre tanto, ao começar preparativos, descobriu que havia ali a penas de dois outros cavaleiros, para além de si. Assim, ele nomeou sessenta novos cavaleiros, a partir das famílias e casas burgesas. Junto à rainha Sybilla, e a Eraclio, ele preparou a cidade para o inevitável sítio, fazendo estoques de mantimentos, suprimentos e das riquezas que conseguiu ajuntar. & em verdade, como se esperava, alcançou Salahadino a cidade, et conseguiu sitiá-la, pelas nonas de Setembro. O sultão havia em tão conquistado pela força de armas a quase todo o restante do reino, inclusive a Ibelim, a Nablus e Ramla, e a Ascalom. Ora o sultão não tinha, segundo constou, em seu íntimo, qualquer ofensa guardada contra Baliano, nem mesmo pela quebra de sua jura, mostrando nobreza de espírito perante o Senhor, et fez ele o sultão arranjos de uma escolta que levasse Maria e as crianças em segurança para Tyro. Como o príncipe de casa mais nobre remanescente em Ieru’salem, Baliano, nas letras de Ibn al-Athir, era visto pelos muçulmanos como quem valia “mais & menos igual que a um rei” em Ieru’salem.
Salahadino com’ seguiu no cerco pôr a’ para baixo uma seção do muro de Ieru’salém, mas não foi capaz, mesmo com grande força de suas armas, de ganhar entrada na cidade, pelo acesso aberto, pois Baliano et seus cavaleiros a seguravam invicta pelo valor da coragem. & eis que Baliano foi, em tão, chamado a para fora da cidade, em trégua, para encontrar o sultão, e dar ouvidos a negociações que lhe proporia o turco. & reportou ele a Salahadino a disposição dos defensores, que estavam encorajados a morrer, dando as suas vidas, antes isso do que a ver Ieru’salem tomada a força de armas, et que, ao fazerem isso, que, ao darem as suas vidas para a morte em batalha, levariam junto com sigum a própria cidade, destruindo-a. Com as negociações, por tanto et por em, ficou de’ cedido de que a cidade seria entregue a a rendição pacífica, sob oferta, por parte de Salahadino, de que iria ele Salahadino libertar sete mil homens em troca de de trinta mil bezantes; & duas mulheres poderiam tomar o lugar de um único homem; & que dez crianças poderiam tomar o lugar de um único homem. Pelo mesmo preço de um único homem, duas mulheres poderiam ir no lugar de um homem; & pelo mesmo preço, por tanto, de um único homem, dez crianças poderiam ir no lugar de um único homem. Em tão com’ cordado, entregou em tão Baliano assim as chaves da Torre de David, isto é, da cidadela, em o 2 de Octubre. Aqueles que não puderam pagar por a sua libertação, ficaram sub’ metidos a a escravidão. Sendo que por em, a ‘inda, libertou Salahadino alguns deles a mais, com tudo, e per’ metiu et pro’ moveu um’ a marcha sob boa ordem, para fora , em retirada de Ieru’salem, evitando, pois, o mesmo massacre que havia o’ corrido quando que os cruzados haviam tomado a cidade, em 1099. Os habitantes resgatados et os libertos marcharam pois em retirada em três colunas, com Baliano et o patriarca a a frente de a terceira columna. & Baliano et a sua família foram, sob per’ missão do sultão, a caminho de Tripoli.
A queda de Ieru’salem, e a morte de Sybilla no cerco de Acre, em 1190, conduziu a uma nova disputa pelo trono do reino. A entiada de Baliano, Isabella, era, ag’ hora, pois a rainha de direito familiar da sucessão, mas que Guy por em se recusa a com’ ceder seu título, e não se rendeu, et Humfredo, o marido de a Isabella, que havia per’ metido a desistência a a reclamação do trono, em 1186, per’ maneceu leal a o Guy. Se Isabella devesse suceder a a herança, ela precisaria de um marido política mente aceitável e militar fação competente, em que o candidato óbvio foi Conrado de Montferrat. Ora pois Conrado, que tão bem tinha direito familiar ao trono, por ser o parente paterno mais próximo de Baldevino V. & Baliano et Maria pro’ curaram em tão ora a Isabella, a filha de Maria, para convencê-la, & conversaram pois com ela para que com’ cordasse em pro’ ceder ao divórcio. A justiça seria clamada a partir dos divórcios prè’ cedentes, o anulamento do casamento de Amalrico I com Agnes de Courtenay, e as tentativas, ‘inda que sem sucesso, de forçar a Sybilla a divorciar-se de Guy.
& o casamento de Isabella foi anulado. Quem pro’ cedeu a as firmas foi Ubaldo de Lafranchi, archepiscopo de Pisa, delegado do papa, e tão bem com ele o Philippo de Dreux, junto com o archepiscopo. Era Philippo ‘biscopo de Beauvais. & o ‘biscopo de beauvais casou-a a Isabella tão bem em tão com Conrado. Isso foi controverso, uma vez que o seu irmão havia sido casado com a sua meio-irmã, et que era incerto quanto a se havia ele se divorciado de a sua esposa byzantina. A disputa pela sucessão foi a ‘inda pro’ longada pela arrivata de Richardo I de Englaterra, e de Philippo II de Francia, na terceira arrivada de cruzados a a terra santa. Pois que Richardo tomou as dores de Guy, como vassalo de Poitevin, em quanto que Philippo juntou-se com Conrado, o primo de o seu falecido pai.
A parte de Baliano et de Maria no divórcio de Isabella, et a sua junção a a defesa da herança por Conrado como rei criaram uma rivalidade profunda de a parte de Richardo et de seus aliados. Ambrosio Francio escreveu um conto poético sobre a cruzada, intitulado Baliano, “mais ignóbil do que um goblim”, e disse que ele “deveria ser caçado por cachorros soltos a’ tras de si”. Tão bem que o “Itinerarium Peregrinorum et Gesta Regis Ricardi” traz escrito que Baliano era membro de um “conselho de consumação de iniqüidade” ao redor de Conrado, et menciona Maria et Baliano como cúmplices entre si.
Afundada em lama grega desde o berço, tinha ela um marido cuja moralidade era proporcional a a de ela própria: ele era cruel, ela descrente; ele, instável, e ela ingênua; ele era alguém em quem não se podia com’ fiar, e ela, corrota.
Em 28 de Abrile de 1192, a penas que alguns dias a’ de’ pòs que a com’ firmação da sucessão a a herança ao trono por eleição de Conrado, foi ele em tão assassinado, em Tyro. É dito que um dos dois has’sassinos responsáveis havia a’ entrado em a casa de Baliano, em Tyro, alguns meses a’ penas, antes que o a’ com’ tecido, e que disfarçado de servente, com um plano de cair sobre sua vítima, tão logo fosse oportuno. O outro pode ter, de mesmo modo, infiltrado a si em casa de Reginaldo de Sídom, ou tal vez em a própria casa de Conrado. Richardo foi grande mente suspeito de envolvimento em tal a com tecido. Isabella, que estava grávida de sua primeira criança, que nasceu menina, e foi Maria de Montferrat, foi, em tão, desposada por Henric II de Campanha, uma semana de’ pois.
Baliano tornou-se em tão ora um dos conselheiros de Henric, et, mais tarde naquele ano, junto com Guilhelmo de Tiberíade, ele comanda a retaguarda do exército de Richardo, na batalha de Jope. De’ pois disso, a ‘inda , auxiliou ele Baliano a negociar o tratado entre Richardo et Salahadino que pôs fim à cruzada. Sob esse tratado, Ibelim permanecia sob o direito de Salahadino, mas muitos locos, por em, a longo da costa, qua haviam sido tomados a os muçulmanos durante a cruzada, foram regarantidos a per’ manecer sob os governos christianos que lhes haviam sido instituídos durante tais dias. & de’ pois que Richardo partiu, Salahadino compensou a Baliano por Ibelim com o castelo de Caymont, e com cinco outras propriedades, todas, com tudo, exteriores a Acre.
Baliano teve seu passamento em 1193, em início de seus cinqüenta anos de idade. Com Maria, deixou ele quatro herdeiros:
A dama Helvis, desposada por Reginaldo de Sídom, et de’ pois por Guy de Montfort.
João de Ibelim, senhor de Beerot et magistrado em Ieru’salem; foi tão bem ‘inda o regente de sua sobrinha, Maria de Montferrat, a rainha de Ieru’salem. Ele desposou a a dama Helvis de Nephim, et, ‘inda de’ pois, a uma Melisende de Arsur.
Margarida, desposada por Hugo de Saint-Omer, o filho adotivo de Raymondo III de Tripoli; de’ pois foi a ‘inda desposada por Gualterio de Caesareia.
Philippo de Ibelim, regente de Cypro, que desposou a a dama Alice de Montbeliard.
O escudeiro de Baliano, Ernoul, que estava ao seu lado na embaixada a Tripoli em 1187, escreveu partes da continuação da “Crônica Latina de Guilhelmo de Tyro”, o Guilhelmo que havia sido passado em 1186, antes da queda de Ieru’salem. Ernoul foi servo fiel a a casa de Ibelim, e suas palavras em favor de Baliano et de sua casa são de grande modo, mente e maneira generosas.
Helvis e Reginaldo de Sídom deram a seu filho o nome do avô.
DAS ANOTAÇÕES
Estas a ‘notações vieram de escrivão, na pressa, não anotado, que trazia referências como as de vero historiador, pois trazia anotações a consultas de cronistas diversos. Em estes escritos não se tratam por tanto de mera fábula, mas de a com tecimentos de razoável verdade.
Os observadores curiosos hão de achar graça a as opções ortográficas adotadas, uma vez que este escrito é uma tradução de uma versão em língua englesa do vigésimo-primeiro centênio anno Domini.





